sexta-feira, 22 de abril de 2011

Um passeio por uma ilha que é muito bela, Ilhabela

Tem lugares que são especiais em nossas vidas, a Ilhabela para mim é um deles. Para começar a conversa, foi aqui que fui pedida em casamento. Aiaiaiaiai que romântico :)

Tirando esse detalhe tão especial, gosto demais da Ilha, suas praias maravilhosas, a excelente gastonomia, a Vila muito agradável, enfim adoro o conjunto da obra que é a Ilhabela.



Você pode fazer diversos roteiros na Ilha, depende do que você gosta de fazer, do seu tempo, da sua disposição em querer encarar aventuras, mergulhar, velejar, fazer trilhas, ou simplesmente ficar deliciosamente na praia sem fazer nada :)

Vou fazer aqui uma sugestão para um final de semana, para uma família que curte mais ficar na praia a fazer passeios de aventura.

Existem vários lugares para se hospedar, nós particularmente gostamos muito da Pousada do Capitão, muito charmosa, bem cuidada, com ótimo atendimento, e bom preço. Mas já ouvi muitos amigos recomendando outras pousadas e hotéis. É só pesquisar na Internet que encontrará pelo menos umas 50 opções. 



Tente chegar na sexta-feira a noite, se chegar muito tarde não se preocupe, você pode comer no Gaudí, fica na praia do Perequê, em frente ao Ilha Flat Hotel.

                                                                                                                                                                              



Bom, nesse caso meus amigos, para os apreciadores de camarão não deixem de comer o camarão a espanhola, o camarão é feito a base de vinho e azeite, depois de servido o camarão, o graçom finaliza o prato na sua frente colocando arroz e batata palha no caldo de camarão que ainda ficou na panela e prepara um risoto, olha ... só de lembrar dá água na boca.

Depois aproveite para ir caminhar na Vila (fazer a digestão) e tomar um café no Free Port Café, excelente atendimento além de ser uma ótima loja para admiradoes de relógios e óculos de sol importados. 





Dia seguinte, antes de tudo, na verdade, antes de pensar em colocar o pé para fora do quarto, tome um banho de repelente. Para mim os que mais ajudam são os de citronela que são vendidos na Ilha. Uma vez bem protegido, minha sugestão é começar com a praia do Curral ao sul da Ilha, nessa praia você conta com boa infraestrutura de praia, lá você encontra o DPNY um hotel que também oferece serviço de praia,  muito badalado e animado, porém como a Rafa não pode entrar (ela tem 7 anos) gostamos de ficar no Dedo de Moça.




Lá você também encontrará um excelente serviço de praia, pode até fzer massagem na praia se quiser, adoro os colchões que eles colocam para você tomar sol, isso mesmo, nada de cadeiras duras ou canga, vc tem charmosos colchonetes para tomar sol, uma delícia. A praia é ótima para as crianças brincarem. Normalmente passamos o dia todo lá. No final da tarde gostamos de finalizar o dia de sol na praia do Viana (Norte da Ilha) comendo uma casquinha de camarão.






Como já disse, gostamos de ficar na pousada do capitão, então depois do Viana voltamos a pousada e ficamos na piscina, aproveitamos para fazer um pouco de sauna e eu ainda aproveito para fazer uma massagem relaxante enquanto Fabi e Rafa brincam na piscina até não aguentarem mais.





Outra noite de boa gastronomia, recomendo o Marakuthai (faça reserva), a chef Renata Vanzetto é fantástica, é difícil dizer o que comer, tudo é muito bom e bonito. O lugar é bem aconchegante! Depois de um delicioso jantar deixe o carro de lado e vá a pé a Vila (na verdade é ao lado), caminhe pelas lojas, há boas opções de lojas com moda praia e multimarcas.






Hoje tome seu café na livraria da Vila (Ponto das Letras), é um dos meus lugares preferidos, sei que temos alguns lugares parecidos aqui em São Paulo, mas para mim, nenhum é como aquele. Feche sua noite com chave de ouro :)











Logo pela manhã, como sugestão recomendo fazer snorkelling. Existe na Ilha um lugar de fácil acesso e boa visibilidade para mergulhar, a Ilha das Cabras (Sul da Ilha). Você consegue ver muitos cardumes, peixe lindos e coloridos, estrelas do mar, e muito mais.



Caso você não tenha equipamento pode alugar em frente a praia, aliás é na mesma loja que você paga sua carona de barco para a Ilha das Cabras. A Rafa tem 7 anos e aproveita bem, é bem tranquilo para as crianças mergulharem juntos com algum adulto.



Depois você pode conhecer uma praia um pouco mais afastada (beeeem ao Norte), mas que é muito linda, que é a praia do Jabaquara, você andará depois do asfalto mais uns 8km de terra, mas é possível encarar sem precisar de um 4x4. O que você NÃO PODE DEIXAR DE JEITO NENHUM é e passar MUITO repelente para encarar essa praia maravilhosa. Lá os borrachudos são campeões.






Uma outra opção bem divertida é alugar uma lancha e fazer um passeio pela Ilha (minha preferência é ir para o Norte da Ilha). O passeio pode durar entre 3 a 6 horas depende do roteiro escolhido, existem várias empresas na Ilha que fornecem esse serviço.
Na volta do Jabaquara, ou do seu passeio de barco, muito provavelmente fará o check out no hotel. Mas se você for como nós e não quiser deixar a Ilha tão cedo, você pode ir ao Sea Club para finalizar o dia com tranquilidade, piscina, restaurante, espreguiçadeiras, música e badalação (particularmente prefiro os dias em que fica mais vazio) ou ainda voltamos a praia do Curral, afinal no Dedo de Moça você também tem toda a infra para poder ficar tranquilamente na praia e depois da "farofa" é possível tomar uma ducha antes de encarar a volta para São Paulo no final do dia.

Toda vez que vamos a Ilha sempre voltamos com coisas que não deu tempo de fazer e que vamos explorar na próxima viagem! Assim é a Ilha sempre deixando você com gostinho de quero mais.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Um passeio pela Estação da Luz e o parque da Luz.

Mais um passeio fotográfico por Sampa, dessa vez fomos à Estação da Luz e ao Parque da Luz. Que lugar fantástico. A beleza dos prédios, a riqueza dos detalhes, o agradável passeio pelo parque, enfim há muito o que fotografar nesse lugar!

Vamos voltar mais vezes, sempre há um olhar diferente para esse lugar. Além disso quero fazer uma visita detalhada a Pinacoteca e ao Museu da Língua Portuguesa.

Por hora, um pouco da Estação e do Parque da Luz para vocês!

Beijos

Texto abaixo que acompanha as minhas fotos foi retirado do
wikipedia.



Foto Daniela Victorazzi
A estação foi construída no fim do século XIX com o objetivo de sediar a recém-criada Companhia São Paulo Railway, de origem britânica, assim como de se constituir na parada paulistana de sua linha ferroviária, a qual ia de Santos, no litoral do estado, a Jundiaí, no interior. Nas primeiras décadas do século XX, foi a principal porta de entrada à cidade de São Paulo. Sua maior importância, no entanto, era na condição de infra-estrutura econômica para o país: por ali passava o café a ser exportado no porto de Santos, assim como também ali chegavam bens de consumo e de capital importados que abasteciam a cidade (em uma fase ainda pouco industrializada).










Foto Daniela Victorazzi




Foto Daniela Victorazzi

A atual estação foi construída entre 1900 e 2010, no lugar da original Estação da Luz de 1867. Presumivelmente escolhida em um catálogo inglês pelas autoridades locais, a estrutura metálica de ferro fundido que lhe dá sustentação foi trazida da Inglaterra, por meio de peças pré-moldadas e montada aqui - a alvenaria da estação, no entanto, é de origem local. Seu projeto é atribuído ao engenheiro inglês Henry Driver, sendo similar à Flinders Street Station, uma estação existente em Melbourne, Austrália.

Na década de 1940 a estação sofreu um incêndio e após a reforma, foi-lhe adicionado um novo pavimento no bloco administrativo. A partir deste período, o transporte ferroviário entrou em um processo de degradação no Brasil, assim como o bairro da Luz, levando a Estação a igualmente degradar-se.
Nas décadas de 1990 e 2000 passou por uma série de reformas, uma das quais encabeçada pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha e seu filho Pedro Mendes da Rocha — que teve como intenção adaptá-la a receber o Museu da Língua Portuguesa  







Para os músicos de plantão, ou quem quiser se arriscar a tocar piano sem medo de ser feliz...
Lá você encontra um piano a disposição. Se for sortudo como nós fomos, vai encontrar
um bom músico tocando!








A estação reflete o momento histórico em que foi construída, evidenciando o poder do café na trajetória de expansão da cidade. Erguida junto ao Jardim da Luz, por décadas a sua torre dominou parte da paisagem central paulistana. O seu relógio era o principal referencial para acerto dos relógios da cidade[carece de fontes?].



Foto Daniela Victorazzi


No período de auge da estação (ou seja, nas primeiras décadas do século XX, quando a Luz era uma região de destaque na cidade), a Estação compunha um conjunto arquitetônico que não só era um referencial urbano como efetivamente fazia parte da vida cotidiana do município, constituindo aquilo que pode ser chamado de a "imagem da cidade".



Foto Daniela Victorazzi


A estação, vizinha do Jardim da Luz, compunha com o edifício da Pinacoteca do Estado um marco na definição da região da Luz, marcando os limites dos bairros do Bom Retiro e Campos Elíseos.













Foto Daniela Victorazzi
 





Parque da Luz
 
Além disso, até meados dos anos 1970, um terceiro elemento configurava aquele espaço de forma bastante marcante: na perspectiva da Avenida Tiradentes localizava-se, em frente à Pinacoteca, um monumento à figura de Ramos de Azevedo (arquiteto responsável pelo projeto de diversos edifícios importantes naquele período, inclusive o prédio da Pinacoteca).
Desta forma, tendo como referência aquele monumento, alguém localizado tanto no Centro Antigo quanto nas regiões mais próximas ao Rio Tietê (para o qual a Avenida Tiradentes se estende) poderia localizar o bairro da Luz e especular a que distância estava da Estação.

Parque da Luz
 


Parque da Luz
 


Parque da Luz
 



terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Templo Zu Lai

O Templo

O Templo Zu Lai é um dentre muitos templos do Monastério Fo Guang Shan espalhados pelo mundo. Tem suas raízes no Budismo Mahayana, cuja tradição enfatiza que a natureza búdica está ao alcance de todos.  Clique aqui para mais informações. *
 
O passeio é lindo, o lugar traz realmente uma sensação de paz e nos leva a reflexão. Tirei várias fotos para meu album pessoal, alguns lugares não são permitidos fotografar o que me deixou um pouco frustrada, pois adoraria registrar algumas práticas que vi. Havia um grupo praticando tai chi chuan que estava em uma linha perfeita para fotograr, todos muito sincronizados e com o sol trazendo uma luz ideal, nunca senti tanta saudades de uma foto não tirada :). Mas muito educadamente o Mestre me pediu gentilmente que não tirasse fotos do grupo, então essa imagem fotografei apenas na minha memória.
 
Gosto muito de meditar e é possível você ter essa prática no templo, há lugares especiais para a meditação. Vale também observar os horários das cerimônias e participar, são tocantes.
 
Por fim, não deixe de andar por toda a área do templo, existe um lago com um jardim maravilhoso, as flores são belíssimas, para quem gosta de fotografar jardins e flores é uma ótima pedida. Tive muita sorte, fui ao Templo justamente na época da floração da cerejeira, é linda demais.
 
Bom fiquei encantada e com vontade de voltar mais vezes!
 
Algumas observações importantes: *
 
 * Use roupas condizentes com um ambiente religioso (evite decotes, roupas curtas, shorts e bermudas)
* Cultive o silêncio
* Não fume
* Não pegue nada que não lhe tenha sido oferecido
* Não traga animais
* Não é permitida a realização de piquenique em qualquer área
* Não são permitidos o ingresso de itens como carnes, seus derivados e bebidas alcoólicas
* Tomadas fotográficas e filmagens são proibidas nos recintos fechados.
(Mais informações)
 
(*) parte das informações contidas nesse blog foram tiradas do site http://www.templozulai.org.br/zulai.htm)

















quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Embu das Artes

Embu das Artes fica a 30 minutos do centro de São Paulo, a melhor via de acesso ao município é a Rodovia Régis Bittencourt (BR 116), que você pode pegar a partir da Marginal Pinheiros, em São Paulo, pela Rodovia Raposo Tavares/ Rodoanel ou também pela Avenida Francisco Morato.

Esse é mais um passeio próximo a capital. Recomendo visitar a cidade aos sábados, onde o movimento é menor, e você pode caminhar com mais tranquilidade pelas ruas e pela feira de artes.

Para almoçar (ou jantar) recomendo o restaurante O garimpo (http://www.ogarimpo.com.br/) , tem um a boa moqueca e é bem agradável. Depois aproveite uma boa caminhada pelas ruas, você pode fotografar casas históricas, a feira, o cotidiano da cidade, enfim , é uma riqueza de cores sem fim.

Visite o site de turismo e veja mais informações. http://www.embu.sp.gov.br/index.php

Divirta-se!