segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Um passeio pela Estação da Luz e o parque da Luz.

Mais um passeio fotográfico por Sampa, dessa vez fomos à Estação da Luz e ao Parque da Luz. Que lugar fantástico. A beleza dos prédios, a riqueza dos detalhes, o agradável passeio pelo parque, enfim há muito o que fotografar nesse lugar!

Vamos voltar mais vezes, sempre há um olhar diferente para esse lugar. Além disso quero fazer uma visita detalhada a Pinacoteca e ao Museu da Língua Portuguesa.

Por hora, um pouco da Estação e do Parque da Luz para vocês!

Beijos

Texto abaixo que acompanha as minhas fotos foi retirado do
wikipedia.



Foto Daniela Victorazzi
A estação foi construída no fim do século XIX com o objetivo de sediar a recém-criada Companhia São Paulo Railway, de origem britânica, assim como de se constituir na parada paulistana de sua linha ferroviária, a qual ia de Santos, no litoral do estado, a Jundiaí, no interior. Nas primeiras décadas do século XX, foi a principal porta de entrada à cidade de São Paulo. Sua maior importância, no entanto, era na condição de infra-estrutura econômica para o país: por ali passava o café a ser exportado no porto de Santos, assim como também ali chegavam bens de consumo e de capital importados que abasteciam a cidade (em uma fase ainda pouco industrializada).










Foto Daniela Victorazzi




Foto Daniela Victorazzi

A atual estação foi construída entre 1900 e 2010, no lugar da original Estação da Luz de 1867. Presumivelmente escolhida em um catálogo inglês pelas autoridades locais, a estrutura metálica de ferro fundido que lhe dá sustentação foi trazida da Inglaterra, por meio de peças pré-moldadas e montada aqui - a alvenaria da estação, no entanto, é de origem local. Seu projeto é atribuído ao engenheiro inglês Henry Driver, sendo similar à Flinders Street Station, uma estação existente em Melbourne, Austrália.

Na década de 1940 a estação sofreu um incêndio e após a reforma, foi-lhe adicionado um novo pavimento no bloco administrativo. A partir deste período, o transporte ferroviário entrou em um processo de degradação no Brasil, assim como o bairro da Luz, levando a Estação a igualmente degradar-se.
Nas décadas de 1990 e 2000 passou por uma série de reformas, uma das quais encabeçada pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha e seu filho Pedro Mendes da Rocha — que teve como intenção adaptá-la a receber o Museu da Língua Portuguesa  







Para os músicos de plantão, ou quem quiser se arriscar a tocar piano sem medo de ser feliz...
Lá você encontra um piano a disposição. Se for sortudo como nós fomos, vai encontrar
um bom músico tocando!








A estação reflete o momento histórico em que foi construída, evidenciando o poder do café na trajetória de expansão da cidade. Erguida junto ao Jardim da Luz, por décadas a sua torre dominou parte da paisagem central paulistana. O seu relógio era o principal referencial para acerto dos relógios da cidade[carece de fontes?].



Foto Daniela Victorazzi


No período de auge da estação (ou seja, nas primeiras décadas do século XX, quando a Luz era uma região de destaque na cidade), a Estação compunha um conjunto arquitetônico que não só era um referencial urbano como efetivamente fazia parte da vida cotidiana do município, constituindo aquilo que pode ser chamado de a "imagem da cidade".



Foto Daniela Victorazzi


A estação, vizinha do Jardim da Luz, compunha com o edifício da Pinacoteca do Estado um marco na definição da região da Luz, marcando os limites dos bairros do Bom Retiro e Campos Elíseos.













Foto Daniela Victorazzi
 





Parque da Luz
 
Além disso, até meados dos anos 1970, um terceiro elemento configurava aquele espaço de forma bastante marcante: na perspectiva da Avenida Tiradentes localizava-se, em frente à Pinacoteca, um monumento à figura de Ramos de Azevedo (arquiteto responsável pelo projeto de diversos edifícios importantes naquele período, inclusive o prédio da Pinacoteca).
Desta forma, tendo como referência aquele monumento, alguém localizado tanto no Centro Antigo quanto nas regiões mais próximas ao Rio Tietê (para o qual a Avenida Tiradentes se estende) poderia localizar o bairro da Luz e especular a que distância estava da Estação.

Parque da Luz
 


Parque da Luz
 


Parque da Luz
 



terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Templo Zu Lai

O Templo

O Templo Zu Lai é um dentre muitos templos do Monastério Fo Guang Shan espalhados pelo mundo. Tem suas raízes no Budismo Mahayana, cuja tradição enfatiza que a natureza búdica está ao alcance de todos.  Clique aqui para mais informações. *
 
O passeio é lindo, o lugar traz realmente uma sensação de paz e nos leva a reflexão. Tirei várias fotos para meu album pessoal, alguns lugares não são permitidos fotografar o que me deixou um pouco frustrada, pois adoraria registrar algumas práticas que vi. Havia um grupo praticando tai chi chuan que estava em uma linha perfeita para fotograr, todos muito sincronizados e com o sol trazendo uma luz ideal, nunca senti tanta saudades de uma foto não tirada :). Mas muito educadamente o Mestre me pediu gentilmente que não tirasse fotos do grupo, então essa imagem fotografei apenas na minha memória.
 
Gosto muito de meditar e é possível você ter essa prática no templo, há lugares especiais para a meditação. Vale também observar os horários das cerimônias e participar, são tocantes.
 
Por fim, não deixe de andar por toda a área do templo, existe um lago com um jardim maravilhoso, as flores são belíssimas, para quem gosta de fotografar jardins e flores é uma ótima pedida. Tive muita sorte, fui ao Templo justamente na época da floração da cerejeira, é linda demais.
 
Bom fiquei encantada e com vontade de voltar mais vezes!
 
Algumas observações importantes: *
 
 * Use roupas condizentes com um ambiente religioso (evite decotes, roupas curtas, shorts e bermudas)
* Cultive o silêncio
* Não fume
* Não pegue nada que não lhe tenha sido oferecido
* Não traga animais
* Não é permitida a realização de piquenique em qualquer área
* Não são permitidos o ingresso de itens como carnes, seus derivados e bebidas alcoólicas
* Tomadas fotográficas e filmagens são proibidas nos recintos fechados.
(Mais informações)
 
(*) parte das informações contidas nesse blog foram tiradas do site http://www.templozulai.org.br/zulai.htm)

















quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Embu das Artes

Embu das Artes fica a 30 minutos do centro de São Paulo, a melhor via de acesso ao município é a Rodovia Régis Bittencourt (BR 116), que você pode pegar a partir da Marginal Pinheiros, em São Paulo, pela Rodovia Raposo Tavares/ Rodoanel ou também pela Avenida Francisco Morato.

Esse é mais um passeio próximo a capital. Recomendo visitar a cidade aos sábados, onde o movimento é menor, e você pode caminhar com mais tranquilidade pelas ruas e pela feira de artes.

Para almoçar (ou jantar) recomendo o restaurante O garimpo (http://www.ogarimpo.com.br/) , tem um a boa moqueca e é bem agradável. Depois aproveite uma boa caminhada pelas ruas, você pode fotografar casas históricas, a feira, o cotidiano da cidade, enfim , é uma riqueza de cores sem fim.

Visite o site de turismo e veja mais informações. http://www.embu.sp.gov.br/index.php

Divirta-se!











domingo, 14 de novembro de 2010

Santana de Parnaíba

Em 1580, Susana Dias, neta do cacique Tibiriçá, juntamente com seu filho, Capitão André Fernandes, funda uma fazenda à beira do rio Anhembi (atual rio Tietê), a oeste de São Paulo, próximo a cachoeira denominada pelos indígenas de "Parnaíba" (lugar de muitas ilhas).
Devido a sua posição estratégica no vale do rio Tietê, torna-se ponto de partida das bandeiras que seguiam rumo ao Oeste Paulista e ao Mato Grosso e em 1625 o povoado é elevado à condição de vila, com a correspondente criação do município.
No século XVIII, a vila entra em decadência devido ao fim das bandeiras. O isolamento geográfico da vila provocado pelas quedas de água do rio Tietê e pelo relevo acidentado de seu território fazem que a vila não figure nas rotas de comércio e colonização que ligam São Paulo às nascentes cidades de Jundiaí, Sorocaba e Itu.
Em 1901, a Usina Hidrelétrica Edgard de Sousa é inaugurada no rio Tietê mas não é suficiente para revitalizar a cidade, que perde grande parte dos seus territórios para seus antigos distritos de Cajamar, Pirapora do Bom Jesus e Barueri ao longo do século XX.
A partir da década de 1980 o município volta a ganhar dinamismo econômico com a melhoria das ligações rodoviárias com o restante da Grande São Paulo e com o impulso provocado pela implantação de diversos condomínios residenciais, notadamente Alphaville.

(Fonte Wikipedia)

Hoje o nosso passeio foi por essa cidade. O centro histórico é um charme. Estacione o seu carro, carregue sua câmera e saia caminhando e clickando pelas ruas. Existem várias opções de restaurantes, nós fomos ao "São Paulo Antiga", buffet de comida mineira muito gostoso e de preço honesto. Boa pedida de passeio, próximo a São Paulo.